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Substâncias e alimentos prejudiciais para os felinos


Existem diversas substâncias alimentares e não alimentares, incluindo plantas, potencialmente venenosas para os gatos. A ingestão de artigos domésticos, produtos de limpeza e medicamentos humanos pode ser letal, logo, é deveras importante garantir que a sua casa é segura, de modo a minimizar os riscos para o gato. Abaixo encontra algumas sugestões para ter em conta relativamente à segurança do gato em casa.

Medicamentos
Em nenhuma circunstância dê medicamentos ao gato sem serem receitados pelo veterinário. Muitos medicamentos seguros para os humanos podem ser fatais para os gatos.
Mantenha todos os medicamentos sujeitos a receita médica e de venda livre fora do alcance do animal. Analgésicos de uso comum, medicamentos para a gripe e constipação, medicação oncológica, antidepressivos, vitaminas e comprimidos de dieta são exemplos de medicamentos que podem ser letais para o gato.

Alimentos
Há diversos alimentos que podem provocar transtornos gástricos, ou problemas mais graves, nos felinos. Os alimentos perigosos incluem cebolas, alhos, álcool, uvas e passas, caroços de pêssego e pevides de maçã, cafeína e chocolate.

Como Ajudar os Animais Abandonados


São varias as formas de ajudar os animais, seja presencialmente, através da divulgação ou através de donativos:
  • Como voluntário numa destas associações;
  • Como sócio;
  • Doando dinheiro ou géneros como ração, coleiras, mantas, camas, comedouros, produtos de limpeza, medicamentos, ...;
  • Divulgando os animais seja pela Internet seja em cartazes espalhados em veterinários, lojas, etc (por exemplo: Crónicas Solidárias);
  • Ajudando nas campanhas de adopção.
  • Tornando-se FAT (família de acolhimento temporário)

Como Denunciar Maus-Tratos a Animais


Apesar de existirem lacunas legislativas e algum sentimento de impunidade quando as vítimas são animais, é proibido e punível por lei cometer actos de violência contra animais (salvo em justificada legítima defesa), negligência e outros tipos de maus-tratos, posse ilegal e/ou irresponsável, abandono, tráfico, promoção de lutas e outras situações anormais que coloquem em causa a segurança e o bem-estar dos animais, bem como a segurança e a saúde públicas.

Sempre que conheceres ou presenciares uma destas situações, efetua uma denúncia ao Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da Guarda Nacional Republicana (GNR), cujos contactos são os seguintes:
Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana (SEPNA)
Largo do Carmo
1200-092 Lisboa
Tel: 213 217 291/2
Linha SOS : 808 200 520
Email: sepna@gnr.pt / dsepna@gnr.pt
Para aceder aos contactos territoriais por favor aceda a esta página.
Caso não seja possível o contacto com o SEPNA, ou se for necessária a presença imediata de agentes da autoridade, qualquer autoridade policial na área, seja a Polícia Municipal, a PSP ou a GNR, tem o dever de responder e comparecer no local, impedindo qualquer acto de violência, abuso ou negligência para com animais, bem como identificar os autores das infracções e registar a tua participação/queixa.

Também recomendamos que faças uma participação ao Mèdico Veterinário Municipal, da câmara municipal, que tem a responsabilidade de fiscalizar e aplicar a legislação em vigor no que à proteção dos animais diz respeito.

Nunca deixes de denunciar e nunca aceites um “não” como resposta das autoridades. É dever das mesmas impedir estas situações e agir de acordo com a lei. A defesa dos direitos e bem-estar dos animais começa em cada um de nós.

O que acontece depois de apresentar queixa?

16 alimentos que podem matar o seu gato

16 alimentos que podem matar o seu gato
Nem todos os alimentos que os seres humanos ingerem são apropriados para os gatos. Aliás, produtos que comemos no dia-a-dia podem causar vários problemas de saúde a estes animais. E podem mesmo levar à morte quando comidos em quantidades exageradas.
O site WebMD fez uma lista dos alimentos que podem causar problemas (alguns graves) de saúde ao seu gato:

1. Atum
É um dos pratos favoritos destes animais de quatro patas e comer atum de vez em quando – seja para seres humanos ou especialmente preparado para os gatos -, não faz mal a ninguém. Mas se o seu animal comer regularmente atum preparado para os homens, vai ter uma alimentação deficiente, uma vez que este alimento não tem os nutrientes que o animal precisa. E o atum pode causar envenenamento por mercúrio. 
2. Cafeína
Dar cafeína em grandes quantidades ao seu gato pode ser fatal. E pior, não há qualquer antídoto que o possa salvar. Respiração acelerada, palpitações, não estar quieto, tremores musculares, são alguns dos sintomas deste estimulante. Recorde-se que a cafeína não está presente apenas no café e no chá, mas também no cacau, no chocolate, na coca-cola e em bebidas energéticas como Red Bull.  
3. Uvas e Passas

Procurar Um Gato Desaparecido

Normalmente, os animais fogem ao tédio ou à solidão; para responder aos seus instintos sexuais caso não estejam esterilizados; em resposta a eventos repentinos e inesperados que os assustam; por curiosidade pelo mundo exterior; por janelas ou portões terem sido deixados abertos; ou, se estiverem numa nova casa, à procura do ambiente circundante anterior.
Dada a sua natureza mais recatada, em princípio, os gatos não se afastarão muito mais do que um quilómetro. Por oposição aos casos de cães desaparecidos (em que a ajuda de terceiros é quase sempre essencial), o êxito na procura de gatos desaparecidos depende quase exclusivamente da insistência e “perícia” de quem os procura.
Gato AssustadoDesenhe mentalmente um círculo em volta do local onde o seu gato desapareceu. Pense nos locais dentro desse círculo para onde o seu gato provavelmente se deslocaria em procura de comida, de abrigo ou de companhia, ou simplesmente por curiosidade. Uma casa desabitada? Uma arrecadação? Uma casa com animais não esterilizados? Uma zona frequentada por uma colónia de gatos? O seu gato poderá estar assustado/ferido e ter-se escondido em algum sítio de onde não se atreva a sair ou pode ter entretanto ficado preso em algum local (um sótão, uma garagem, etc.).
Com as sugestões abaixo, pretendemos oferecer-lhe algumas linhas de orientação na busca do seu gato. As primeiras 12 horas após um desaparecimento são vitais, pelo que é essencial rapidez de acção. Esperamos que estas indicações o ajudem.
  • Certifique-se primeiro de que o seu gato não está dentro de casa! Quem convive com gatos sabe como eles são curiosos e também peritos em "esconder-se". Terá entrado para uma gaveta ou um armário aberto recentemente? Estará a dormitar dentro do guarda-fatos? Estará escondido atrás da televisão ou da cortina? Se não encontrar o seu animal dentro de casa, passe rapidamente à busca no exterior.
  • Percorra as proximidades do local de desaparecimento! Percorra a pé as imediações do local de desaparecimento e chame pelo seu gato com calma, utilizando expressões que ele reconheça. É essencial repetir esta rotina diariamente e durante o maior número possível de dias/semanas, com maior intensidade à noite (que é quando tudo está mais calmo e os gatos se mostram mais). Um gato assustado ou num ambiente desconhecido muito dificilmente se mostrará ou responderá ao nome, pelo que é necessária muita persistência da sua parte. Faça os mesmos percursos várias vezes. O seu gato poderá vir a juntar-se a uma colónia de gatos (geralmente, as colónias formam-se onde existe abrigo e uma fonte de alimentação regular), pelo que é importante reforçar as buscas nesses locais e abordar pessoas que alimentem animais de rua.
  • Faça sons familiares! Os animais podem ouvi-lo a grandes distâncias. Chame com frequência pelo seu gato, mas com tom de voz calmo. Se ele tiver um brinquedo com guizo/apito, leve-o consigo e utilize-o para fazer sons familiares. Faça outros sons conhecidos do seu gato (abanar o saco de ração, bater com uma colher na lata de comida, etc.), sempre com calma. Ouça com atenção se o seu gato faz algum barulho em resposta.
  • Leve uma lanterna com luz forte! Mesmo durante o dia, leve consigo uma lanterna para procurar em locais escuros. Um gato assustado ou magoado irá esconder-se em locais resguardados e não irá ter consigo. Além de procurar em locais escuros, procure também em valetas, caves, barracões, garagens, aterros, contentores, casas devolutas ou em construção, debaixo de carros, etc. Se o seu animal tiver caído, o mais provável é que se tenha escondido logo nas imediações do local da queda (debaixo de um carro, numa garagem, numa cave, num vão de escada, etc.). Se seu animal tiver acesso regular ao exterior ou ao telhado, é possível que tenha ficado preso (num sótão, numa casa devoluta, numa casa em obras).
  • Muna-se de transportadora e de comida apelativa! 

Procurar Um Cão Desaparecido

Normalmente, os animais fogem ao tédio ou à solidão; para responder aos seus instintos sexuais caso não estejam esterilizados; em resposta a eventos repentinos e inesperados que os assustam; por curiosidade pelo mundo exterior; por janelas ou portões terem sido deixados abertos; ou, se estiverem numa nova casa, à procura do ambiente circundante anterior.
Cão DesorientadoA distância que os cães percorrem dependerá em grande medida da distância que as suas patas lhes permitem andar. Por exemplo, cães fortes, especialmente se forem novos, podem percorrer oito quilómetros ou mais num único dia. Cães pequenos poderão conseguir percorrer cerca de um quilómetro. A maioria dos cães é bem recuperada num raio de três quilómetros de casa, especialmente porque não costumam percorrer largas distâncias em linha recta, independentemente da sua força ou rapidez. Por exemplo, se se tratar de um cão confiante, ele irá procurar outros cães e outros humanos que sejam amigáveis e que provavelmente o confortem, alimentem e abriguem. Jardins e parques públicos são locais que ele procurará. Pelo contrário, se se tratar de um cão tímido e mais idoso que não confie em estranhos, ele irá esconder-se. Bons locais para isso podem ser os arbustos, um local ermo ou até mesmo debaixo dos carros.
Desenhe mentalmente um círculo em volta do local onde o seu cão desapareceu. Pense nos locais dentro desse círculo para onde ele provavelmente se deslocaria em procura de companhia, conforto ou comida. Um jardim ou um parque onde vá regularmente? Uma escola? Uma casa onde o seu cão costume receber guloseimas ou tenha um amigo? A porta de um carro aberta? Pense em todas as pessoas que vivem dentro desse círculo, pessoas que passem muito tempo fora de casa e que seja provável verem um animal perdido. Pense nas pessoas que percorrem a sua zona como parte do seu trabalho, pessoas que você não conhece e que não o conhecem a si. Peça a todas elas que o ajudem a encontrar o seu cão. Quanto mais pessoas estiverem envolvidas na busca, maiores serão as probabilidades de o encontrar.
Com as sugestões abaixo, pretendemos oferecer-lhe algumas linhas de orientação na busca do seu cão. As primeiras 12 horas após um desaparecimento são vitais, pelo que é essencial rapidez de acção. Esperamos que estas indicações o ajudem.
  • Percorra as proximidades do local de desaparecimento! Percorra a pé ou de bicicleta as proximidades do local de desaparecimento. Pergunte aos moradores locais e a outras pessoas que frequentem habitualmente a zona (lojistas, carteiros, funcionários camarários de limpeza) se viram o seu cão. De preferência, leve consigo um familiar ou amigo. Fale com todas as pessoas que encontrar e tente envolver as crianças da vizinhança na procura (as crianças podem ser óptimas a encontrar animais). Se tiver outro cão e ambos os animais se derem bem, se tal for viável, leve-o consigo nas suas caminhadas. À medida que os dias forem passando, o raio de busca deverá ser aumentado.
  • Faça barulho!