Existem diversas substâncias alimentares e não alimentares, incluindo plantas, potencialmente venenosas para os gatos. A ingestão de artigos domésticos, produtos de limpeza e medicamentos humanos pode ser letal, logo, é deveras importante garantir que a sua casa é segura, de modo a minimizar os riscos para o gato. Abaixo encontra algumas sugestões para ter em conta relativamente à segurança do gato em casa.
Medicamentos
Em nenhuma circunstância dê medicamentos ao gato sem serem receitados pelo veterinário. Muitos medicamentos seguros para os humanos podem ser fatais para os gatos.
Mantenha todos os medicamentos sujeitos a receita médica e de venda livre fora do alcance do animal. Analgésicos de uso comum, medicamentos para a gripe e constipação, medicação oncológica, antidepressivos, vitaminas e comprimidos de dieta são exemplos de medicamentos que podem ser letais para o gato.
Alimentos
Há diversos alimentos que podem provocar transtornos gástricos, ou problemas mais graves, nos felinos. Os alimentos perigosos incluem cebolas, alhos, álcool, uvas e passas, caroços de pêssego e pevides de maçã, cafeína e chocolate.














Desenhe mentalmente um círculo em volta do local onde o seu gato desapareceu. Pense nos locais dentro desse círculo para onde o seu gato provavelmente se deslocaria em procura de comida, de abrigo ou de companhia, ou simplesmente por curiosidade. Uma casa desabitada? Uma arrecadação? Uma casa com animais não esterilizados? Uma zona frequentada por uma colónia de gatos? O seu gato poderá estar assustado/ferido e ter-se escondido em algum sítio de onde não se atreva a sair ou pode ter entretanto ficado preso em algum local (um sótão, uma garagem, etc.).
A distância que os cães percorrem dependerá em grande medida da distância que as suas patas lhes permitem andar. Por exemplo, cães fortes, especialmente se forem novos, podem percorrer oito quilómetros ou mais num único dia. Cães pequenos poderão conseguir percorrer cerca de um quilómetro. A maioria dos cães é bem recuperada num raio de três quilómetros de casa, especialmente porque não costumam percorrer largas distâncias em linha recta, independentemente da sua força ou rapidez. Por exemplo, se se tratar de um cão confiante, ele irá procurar outros cães e outros humanos que sejam amigáveis e que provavelmente o confortem, alimentem e abriguem. Jardins e parques públicos são locais que ele procurará. Pelo contrário, se se tratar de um cão tímido e mais idoso que não confie em estranhos, ele irá esconder-se. Bons locais para isso podem ser os arbustos, um local ermo ou até mesmo debaixo dos carros.
Transporte sempre o seu gato dentro de uma transportadora!
Infelizmente, a maioria das pessoas assume que um animal na rua é sinónimo de ter sido abandonado, mas a verdade é que em muitos casos tratam-se de animais que estão perdidos. Por isso, quando se encontra um animal, deve sempre tentar-se procurar a sua família original. Pode não ser fácil determinar se um animal está perdido, mas há indícios que, isolados ou combinados, poderão apontar para essa possibilidade: o animal tem coleira, peitoral ou trela; apresenta sinais de ter recebido cuidados veterinários recentes (tem um penso ou usa um colar isabelino, por exemplo); parece estar desorientado; está tosquiado; tem as unhas pouco gastas; não está sujo e tem o pêlo bem tratado (mas há que ter em atenção que, em poucos dias na rua, um animal pode ficar sujo e com o pêlo em mau estado); está bem nutrido; está esterilizado; obedece a comandos básicos; não faz as necessidades dentro de casa, ou faz as necessidades no WC apropriado, e demonstra estar habituado a viver dentro de casa; sabe viajar dentro de um automóvel; sabe andar à trela; é meigo e sociável; está habituado a comer ração seca; é de uma raça pouco comum, etc. Em caso de dúvida, é sempre melhor acautelar a possibilidade de o animal estar perdido e recolhê-lo ou, no mínimo, divulgá-lo.